terça-feira, 7 de outubro de 2008

Dionísio

DIONÍSIO
(André L. Soares)
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Não temo a loucura arriscada
que parece acompanhar tudo que é novo.
O que mais me assusta é a inércia da certeza,
que insiste em macular de tédio o amanhã,...
pelo extraordinário que inexiste
nas coisas seguras.
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Quão insípidas são essas horas
todas já tão planejadas,
esses passos firmes, por estradas retas,
acinzentando o mundo com prévios resultados.
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Sei que posso estar errado,...
mas prefiro o inusitado
perigo das curvas.
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O poema acima é de autoria de André L. Soares, que gentilmente permitiu seu uso. Lei Federal n. 9.610/98 – Respeitem os direitos autorais.
 

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